ESTUDOS SOBRE O COMUNISMO

Notas , perguntas , bibliografias , estudos sobre a historia do comunismo em Portugal e no mundo
E-mail : jppereir@mail.telepac.pt

30.9.03

TEXTOS MARXISTAS EM LINHA

Textos em português acrescentados no Marxists Internet Archive:

A Revolução na China e na Europa, 1853

Deslocamentos do Centro de Gravidade Mundial, 1850

A Secção portuguesa do MIA contem um número significativo de textos em português de autores marxistas ou ligados à história do movimento operário.

27.9.03

POESIA CONTRA A DITADURA

No História e Ciência , que tem publicado muita informação bibliográfica, sumários e notas sobre matérias de história contemporânea, está reproduzida uma série de poemas “baseados na história”, que inclui essencialmente poemas de “oposição”. Cito da nota introdutória :

"A poesia foi em Portugal, como em muitos outros sítios, uma arma inequívoca e poderosíssima de actuação ou de pronunciação contra o regime ditatorial. Como o foi também a prosa, donde se destaca aquela inserida na denominada "Literatura Neo-Realista".
Por agora falemos só de poesia, chamando a atenção, em estilo de introdução, para aquela que foi alguma da produção de alguns dos nossos poetas. O Estado Novo foi o visado. As políticas repressivas e os seus agentes, foram os alvos particulares. As condições de vida, a falta de liberdade e a luta do povo, os referenciados. O desejo de mudança, uma constante. Porque no âmbito da História, a vertente da Cultura, reveste especial importância para a compreensão de uma totalidade mais alargada, sendo também o seu reflexo, deixamos então umas breves referências, susceptíveis de permanente complementar e enriquecimento
."

Lista de poemas reproduzidos:

António Gedeão - "Enquanto"

Sidónio Muralha - "Soneto imperfeito da caminhada perfeita"

João Apolinário - "É preciso avisar..."

José Carlos Ary dos Santos - "Soneto escrito na morte de todos os antifascistas assassinados pela PIDE"

- "Não passam mais"

Mário Dionísio - "Elegia ao companheiro morto"

Jorge de Sena - "A cor da liberdade"

Miguel Torga - "Não passarão"

Maria Teresa Horta - "Mulher resistente"

Papiniano Carlos - "Canção"

Sophia de Mello Breyner Andresen - "Catarina Eufémia"

José Gomes Ferreira - "Não trairei"

25.9.03

SOBRE JOAQUIM SANTOS SIMÕES

Um artigo de António Valdemar intitulado "Santos Simões: memória viva" no Diário de Notícias de 25 de Setembro de 2003, refere-se a sua actividade na oposição:

"Entre os sobreviventes desse tempo de luta destaca-se Joaquim Santos Simões, memória viva (e incómoda) de empenhamento cívico e cultural primeiro em Coimbra e desde 1957 em Guimarães e na restante área do distrito de Braga. Custou-lhe prisões na PIDE, livros apreendidos pela PIDE, expulsão da função pública.

Apesar de tudo e conjuntamente com o exercício profissional do ensino de matemáticas, desenvolveu (embora limitado aos condicionalismos impostos no salazarismo) notável acção no Teatro de Estudantes da Universidade de Coimbra (TEUC), como director, encenador , ensaiador e actor; no Cine-Clube de Guimarães, no Grupo Musical Ritmo Louco, na instalação duma Biblioteca Gulbenkian, em Guimarães; na criação e direcção ao longo de 36 anos do Teatro de Ensaio Raul Brandão e de 1990 até hoje, em sucessivas reeleições, na presidência da Sociedade Martins Sarmento. Parte do muito do que realizou encontra-se em dois livros da sua autoria: Sete Anos de Luta contra o Fascismo _ Academia de Coimbra 1944-1951; e Braga, Grito da Liberdade _ História Possível de Meio Século de Resistência.
Constituem o depoimento singular de uma personalidade não menos singular que, nas últimas décadas, ocupa lugar de significativa evidência, que merece ser distinguida numa homenagem regional e nacional. Constitui, também, um exemplo a seguir por outras figuras ainda vivas que deveriam registar testemunhos e recolher e publicar documentos que correm o risco de se perder. E a História faz-se com o auxílio destes elementos imprescindíveis.

Quando, recentemente, em Guimarães, Santos Simões me disse, depois de uma fascinante conversa de quase duas horas, que fizera, ha três semanas 80 anos, não quis acreditar e respondi ao matemático em linguagem matemática, mas nos termos rudimentares da tabuada: Quatro vezes 20, quatro vezes jovem. Para que a mordaça não seja esquecida."

18.9.03

BIBLIOGRAFIA SOBRE O PCP E A OPOSIÇÃO (Actualizada)

Victor Manuel Santidrián Arias , Historia do PCE en Galicia , A Coruña , Edicios do Castro , 2003

[Inclui elementos sobre os contactos de fronteira entre os guerrilheiros comunistas galegos e portugueses e tem novas informações sobre Victor Garcia Estanillo / "O Brasileiro" / "António" , que foi enviado pela IC para Portugal , esteve envolvido nas polémicas sobre a "reorganização" do PCP e foi posteriormente executado pelo próprio PCE . Sobre esta história ver José Pacheco Pereira , Àlvaro Cunhal Uma Biografia Política , vol II ]

António Cardoso , Poemas de Circunstância (1949-1960) , Luanda , Editora Nzila , 2003

Luís Adriano Carlos (Introdução e índice) , Árvore Folhas de Poesia Edição Fac-similada , Porto, Campo das Letras, 2003

[Reedição de uma importante revista literária que se publicou de 1951 a 1953, e que foi depois proibida pela PIDE. Os anos da sua publicação são os mais duros das polémicas literárias e políticas entre escritores portugueses da oposição.]

Alexandra Isabel Carreira , Entrevista a Álvaro Cunhal , Expresso , 31/5/2003

Artur Ferreira Coimbra, Desafectos ao Estado Novo. Episódios de Resistência ao Fascismo em Fafe. Junta de Freguesia de Fafe, 2003

J.M. Costa Feijão, "Bento Gonçalves e o reformisno", O Militante, Ano 71, Série IV, 263, Março/Abril 2003

J M. Costa Feijão, “Lutas nas marinhas do sal”, Avante!, 22/5/2003

J M. Costa Feijão, “A greve da mala”, Avante!, 3/7/2003

J M. Costa Feijão, “Os prelos clandestinos de "O Corticeiro”, Avante!, 17/7/2003

J M. Costa Feijão, “Do Maranhão a Moscovo”, Avante!, 24/7/2003

J M. Costa Feijão, “1943 - Saber avançar saber recuar”, Avante!, 31/7/2003

J M. Costa Feijão, “Uma Conferência Camponesa”, Avante! , 7-8-2003

J M. Costa Feijão, “1941 - Renascem os prelos do PCP”, Avante!, 21/8/2003,4

J M. Costa Feijão, “Memória do Oeste”, Avante! , 28/8/2003

J M. Costa Feijão, “Os primeiros presos comunistas”, Avante! , 4/9/2003

Maria Antónia Fiadeiro , Maria Lamas Biografia , Lisboa , Quetzal Editores , 2003

Maria Antónia Fiadeiro [Organização e coordenação ] , Fernando Piteira Santos , Português , Cidadão do Século XX , Porto , Campo das Letras , 2003

[ Com algumas excepções, é uma colecção de depoimentos testemunhais sobre Piteira Santos, muitas vezes repetitivos e com poucos factos novos . A passagem e as relações de Piteira Santos com o PCP, elemento seminal da sua biografia , são apenas afloradas . É verdade que os documentos do arquivo do PCP continuam indisponíveis e sem eles o “browderismo” de Piteira só pode ser “advinhado” por citações escassas e fora do contexto feitas por Cunhal . ]

Bento Gonçalves, [ Introdução, recolha e bibliografia de Alberto Vilaça] , Inéditos e Testemunhos. Lisboa, Edições Avante!, 2003.

Paulo Guimarães , “Os últimos anos do sindicalismo revolucionário : a Federação Mineira e Metalúrgica e o Alentejo” , A Ideia , 58 , Março 2003

João Madeira , "A herança de Staline" , História , 56 , Maio 2003

[ Ordem dos Advogados ] , Francisco Salgado Zenha Fotobiografia , Lisboa , Conselho Distrital da Ordem dos Advogados , 2003

[Com excepção de um breve depoimento de José Miguel Júdice em que faz menção às relações de seu pai, António Júdice , que pertenceu ao sector intelectual do PCP de Coimbra , com Zenha , quase não há referências à sua militância no partido . Zenha sempre negou , depois do 25 de Abril , que fora militante do PCP , mas tal é contrariado pelos documentos e por testemunhos da época . A fotobiografia tem em anexo um CDROM com as “obras jurídicas” de Salgado Zenha , incluindo as suas defesas em causas políticas. ]

António Reis (Coordenação), As Grandes Correntes Políticas e Culturais do Século XX , Lisboa, Colibri, 2003

[Inclui um capítulo de João Madeira, “Comunismos marxistas” e outro de João de Almeida Santos, Novas formas de comunismo e radicalismo de esquerda”.]

José Marmelo e Silva, Obra Completa. Não Aceitei a Ortodoxia, Porto, Campo das Letras, 2002

Mário Soares, Incursões Literárias, Lisboa, Círculo de Leitores, 2003

[Sucessão de retratos de várias figuras da literatura portuguesa, incluindo muitas referências a episódios vividos da história da oposição à ditadura. Entre os retratos incluem-se os de Cortesão. Rodrigues Lapa, Bento de Jesus Caraça, Rodrigues Migueis, Manuel Mendes, Casais Monteiro, Agostinho da Silva, Piteira Santos, Cardoso Pires, Natália Correia entre outros.]

António Ventura, José Régio e a Política, Lisboa, Livros Horizonte, 2003

17.9.03

NOVOS LIVROS SOBRE O MOVIMENTO COMUNISTA INTERNACIONAL

Foi publicada em Espanha a tradução da obra de Stanley G. Payne, Unión Soviética, Comunismo y Revolución en España (1931-1939), Barcelona , Plaza Janes, 2003.

Em França saiu um conjunto de ensaios sob a direcção de Jean Vigreux e Serge Wolikow, Cultures Communistes au XXeme Siécle, Paris, La Dispute, 2003.

JOSÉ LUÍS NUNES

Sobre José Luís Nunes, activista estudantil, advogado de presos políticos, membro da CEUD, e fundador do PS , falecido a 10 de Setembro, veja-se necrologia no Diário de Notícias de 11/9/2003.

MORTE DE J. M. COSTA FEIJÃO

Faleceu inesperadamente , no início da semana, J.M. Costa Feijão, um dos responsáveis pelos arquivos do PCP e autor das notas regulares sobre a história do partido publicadas no Avante! (ver bibliografia incompleta nos Estudos). Sobre Costa Feijão publicar-se-á em breve uma nota mais completa.

Tive ocasião, ainda há bem pouco tempo, de encontrar Costa Feijão no Barreiro , por ocasião do aniversário da greve de 1943, e falamos sobre a abertura dos arquivos do PCP. Falamos sobre o que lá se encontra e o que falta, e sobre a questão controversa da abertura dos arquivos do PCP à  investigação. Foi uma conversa cordial e que abria caminho a uma colaboração futura. Infelizmente ficou truncada pela morte súbita de Costa Feijão.

ARQUIVOS POLÍTICOS - Alcobaça (16 a 20 de Setembro de 2003)


Centro de Estudos de Alcobaça da Universidade de Coimbra (16 a 20 de Setembro de 2003)

Organização: Fundação Mário Soares ( CEIS 20 / Universidade de Coimbra

Apoio: Câmara Municipal de Alcobaça

Coordenação:

Alfredo Caldeira (FMS)

Armando Malheiro da Silva (CEIS 20)

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Inscrição: € 250,00

Inscrição+ alojamento (4 noites)+ refeições (8): € 400,00

Secretariado: Dra. Margarida Anastácio

Contacto: tel.-262580870 / fax-262580871

Email - mmca@ci.uc.pt

Os I Encontros de Alcobaça/Sociedade da Informação resultam do Protocolo assinado em Alcobaça, a 12 de Abril 2003, entre a Fundação Mário Soares e o Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra, a que se associou a Câmara Municipal de Alcobaça.

Os I Encontros de Alcobaça/Sociedade da Informação são dedicados aos "Arquivos Políticos" e realizam-se no Centro de Estudos de Alcobaça da Universidade de Coimbra, de 16 a 20 de Setembro de 2003.

Os I Encontros de Alcobaça/Sociedade da Informação pretendem abordar, de modo sistemático e com base na análise de casos concretos, os seguintes temas principais:

Tratamento e disponibilização pública de arquivos políticos;

Conservação, descrição e classificação de arquivos políticos;

Tratamento específico de suportes como a fotografia e o filme;

Recurso às modernas tecnologias da informação;

Utilização jornalística dos arquivos políticos.


PROGRAMA

Dia 1 – 3ª feira, 16 de Setembro

10.30 - Recepção dos formandos

15.00 - Intervenção de Abertura - Arquivos Políticos e História do Século XX
Luís Reis Torgal

16.00 – Debate coordenado por Armando Malheiro da Silva

Dia 2 – 4ª feira, 17 de Setembro

10.30 - A fotografia nos arquivos políticos, por José Pessoa

11.30 – Intervalo

12.00 – Debate coordenado por Alfredo Caldeira

13.00 – Almoço

15.00 - Caso 1 – Arquivo de Sidónio Pais - Apresentação e debate coordenados por Armando Malheiro da Silva

18.00 - Visita à exposição da Casa-Museu João Soares (Cortes, Leiria) - ”Século XX Português: Os Caminhos da Democracia”

Dia 3 – 5ª feira, 18 de Setembro

10.30 - Organização, descrição e classificação de arquivos políticos, por Fernanda Ribeiro

11.30 – Intervalo

12.00 – Debate coordenado por Armando Malheiro da Silva

13.00 – Almoço

15.00 - Caso 2 – Archivo General de la Guerra Civil Española - Apresentação e debate coordenados por Miguel Angel Jaramillo Guerreira

17.30 – Intervalo

18.00 – Caso 3 – Arquivos oposicionistas no exílio/O Arquivo de Jaime de Morais - Apresentação e debate coordenados por Heloísa Paulo

Dia 4 – 6ª feira, 19 de Setembro

10.30 – Sistemas de Gestão Documental - Demonstração do “Fortis”, por Álvaro Leitão

11.30 – Intervalo

12.00 – Debate coordenado por Armando Malheiro da Silva

13.00 – Almoço

15.00 - Caso 4 - Arquivo da Resistência de Timor-Leste - Apresentação e debate coordenados por Alfredo Caldeira

18.00 - Visita guiada ao Mosteiro de Sta. Maria de Alcobaça

Dia 5 – Sábado, 20 de Setembro

10.30 - Sessão de Encerramento - Programa a anunciar

13.00 – Almoço

15.00 - Mesa-redonda Jornalismo e arquivos políticos, com José Pedro Castanheira, José Pacheco Pereira e João Madeira - coordenada por Alfredo Caldeira

17.30 – Encerramento e entrega de diplomas

© FUNDAÇÃO MÁRIO SOARES

16.9.03

ESTALINE EM PORTUGAL - COLÓQUIO

Centro de História da Universidade de Lisboa - Colóquio

Estaline em Portugal

21 e 22 de Novembro de 2003-09-11 Faculdade de Letras de Lisboa, Anfiteatro II

Quem poderia supor que aquele georgiano, nascido a 21 de Dezembro de 1879 em Gori, filho de um sapateiro, que entrou em 1888 para o seminário de Tiflis - expulso no ano seguinte - seria uma das figuras mais controversas do século XX? Joseph Vissarionovitch Djugashvilli era este o seu nome verdadeiro tornar-se-á conhecido com o nome de guerra de Estaline.
Sucessor de Lenine, dirigirá a URSS até à sua morte, a 5 de Março de 1953. Com o seu desaparecimento terminou uma época para a URSS e para o mundo. Raros políticos terão suscitado sentimentos tão desencontrados. Idolatrado por milhões, chamaram-lhe «pai dos povos» e «guia dos trabalhadores de todo o mundo». Construiu, sem olhar a meios, uma grande potência à escala mundial. Poetas, escritores e pintores dedicaram-lhe obras que ficaram célebres. Para outros, Estaline foi um homem ambicioso que não olhou a meios para atingir os fins, eliminando impiedosamente os adversários, aliando-se com Hitler, numa espiral de crueldade que só foi denunciada publicamente durante o XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética. Libertador dos oprimidos. Czar vermelho. Homem de aço. Monstro. Amado. Odiado. É, certamente, uma figura aliciante para o historiador...
O Centro de História da Universidade de Lisboa vai realizar um colóquio, nos próximos dias 21 e 22 de Novembro do corrente ano de 2003, quando se assinalam os 50 anos da morte de José Estaline. Nele participarão especialistas de diversas áreas e formações, constituindo um leque plural, com o objectivo de reflectir sobre as repercussões em Portugal de José Estaline o homem, o mito, o político nos mais diversos campos.

Informações:
Centro de História da Universidade de Lisboa
Alameda da Universidade 1600-214 Lisboa
centro.historia@mail.fl.ul.pt
antonioventura@mail.telepac.pt

As sessões realizam-se no Anfiteatro III da Faculdade de
Letras de Lisboa (Edifício Novo).
A entrada é livre.

Programa

21 de Novembro de 2003
9.15
Intervenções iniciais
João Medina, Director do Centro de História da Universidade de
Lisboa

António Ventura, responsável pelo Colóquio

9.30 - Estaline - «mais que Deus!»
(culto e influência de Estaline em Portugal).
José Pacheco Pereira
Historiador, Deputado ao Parlamento Europeu

10.15 - A argumentação anarquista contra o estalinismo
João Freire
Instituto Superior do Trabalho e da Empresa

11.00 - 11.15 Pausa

11.15 - A matriz de Estaline nas reorganizações do PCP
João Madeira
Doutorando da FCSH/UNL

12.00 - Debate
15.00 - Estaline e o estalinismo no movimento comunista em
Portugal após o XX Congresso do PCUS (1956-1974) uma
visão de conjunto
Fernando Rosas
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Universidade
Nova de Lisboa

15.45 - A pedra de toque: Estaline no pós-25 de Abril
António Ventura
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

16. 30 - 16.45 - Pausa

16. 45- Os operários não têm Pátria. A Nação de Estaline a
Cunhal
José Neves
Doutorando do ISCTE

17. 30 - Debate

Sessão de Abertura
1ª Sessão
2ª Sessão

22 de Novembro de 2003

3ª Sessão

9.30 - Reflexos do estalinismo nas Artes Plásticas em Portugal
Rui Mário Gonçalves
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

10.15 - Um estalinismo de sinal menos
Alberto Vilaça
Advogado e Investigador

11.30 - 11.45 - Pausa

11.45 - A Arte como Cultura: a «engenharia de almas».
António Pedro Pita
Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

12.30 - Debate

12.45 - Sessão de encerramento

7.9.03

NOTAS BIOGRÁFICAS - JOSÉ MARIA BARGE

(1911 – Espinho, 25/8/2003)

Padeiro, ligado ao PCP desde os anos trinta. Preso em 1935, esteve nas cadeias de Caxias, Coimbra e Porto.
Depois do 25 de Abril fez parte das listas da CDU e era membro da CF de Espinho.

Fonte: Avante ! , 4-9-2003